Startup de Cingapura está administrando bairro blockchain no Camboja

A corrida global pela primeira cidade completamente sustentada por um sistema blockchain continua, agora a Limestone Network, uma startup de Cingapura, está usando a tecnologia para administrar um bairro inteligente no centro da capital do Camboja.

O empreendimento de aproximadamente 100 hectares, abrange propriedades residenciais, escritórios, centros comerciais, escolas e uma sala de exposição. Sua população diária pode ser superior aos 190 mil habitantes.

Passaportes e carteiras confirmadas por blockchain

No projeto Phnom Penh, como foi batizado, há um sistema de identificação blockchain, que cria um passaporte digital para residentes e estrangeiros utilizando o aplicativo para smartphones da Limestone.

Lá, cada usuário deve passar por uma verificação documental completa, incluindo antecedentes criminais, por exemplo, para ter acesso à um passaporte, que concede o direito de obter uma carteira digital móvel.

O sistema está integrado diretamente à rede de residências, através deste passaporte, o usuário poderá ter acesso à alguns prédios, apenas apresentando um código ao entrar.

Com o objetivo de aproximar ainda mais a relação entre empresas e o público, o projeto desenvolve uma blockchain capaz de fornecer uma portabilidade de dados, para que uma empresa possa pular intermediários na prestação de serviços diretos.

Também está incluso um serviço de análise de perfil de consumidor, usando as informações obtidas em históricos de pagamentos digitais para efetivar uma pontuação personalizada, que permite ao indivíduo solicitar microempréstimos.

Ao longo dos próximos cinco anos, a startup pretende implantar projetos de cidades inteligentes semelhantes em todo o Sudeste Asiático com a cooperação dos governos locais.

O pesquisador sênior visitante da Escola de Negócios da Universidade Nacional de Cingapura, Emir Hrnjic, afirmou que a principal vantagem das cidades inteligentes baseadas em blockchain é seu potencial para agregar, analisar e distribuir dados em tempo real.

Ele reconheceu os desafios regulatórios e de privacidade de dados que as tecnologias centralizada e descentralizada enfrentam, observando que:

“O futuro das cidades inteligentes com blockchain provavelmente seria algo entre uma sociedade ideal, onde todos têm controle sobre suas vidas e meio ambiente, e uma sociedade distópica de poucos controlando as massas.”

Fonte:
Cointelegraph

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