Saiba quais setores podem ser melhorados pelo Blockchain

Saiba quais setores podem ser melhorados pelo Blockchain

Com a atual situação do Blockchain, o setor bancário não é o único que pode desfrutar da tecnologia. Apesar de sua popularidade nas finanças, outros setores podem ser melhorados pelo Blockchain, segundo empresários.

Para registros transparentes e verificações de dados, o Blockchain apresenta utilizações infinitas, até pela tecnologia ser operada através de uma plataforma descentralizada. Quanto mais empresas o usam para mais transparência e veracidade, elas passam a ter mais conhecimento sobre a tecnologia. E como utiliza-la de outras maneiras.

Confira formas inovadoras nas quais a tecnologia está sendo usada.

Fundos de cobertura (hedge funds)

Conhecida como uma alternativa aos investimentos tradicionais, esses fundos trazem graus variados de riscos e poucas restrições. A flexibilidade nesse tipo de investimento traz a limitação dos riscos como objetivo. Isso possibilita o lucro sem a necessidade da situação do mercado.

Empresas como a Numerai estão adotando esse modelo e descentralizando. No caso, a Numerai envia seus conjuntos de dados criptografados para os grupos de traders e quants, e pede a criação de modelos preditivos. Os que apresentarem os melhores resultados são recompensados com o token da empresa.

Com isso, a Numerai procura criar uma estratégia modelo para negociar.

Votações políticas

Como já apresentado no texto sobre outras formas de utilizar o Blockchain, a tecnologia pode trazer mudanças significativas na política. As eleições já exigem autenticação dos eleitores e registro seguro. Nisso, a Blockchain pode servir para lançar, rastrear e contar os votos.

A tecnologia garante uma segurança inabalável, o que eliminaria a necessidade de recontagem e fraudes. Com a captura dos votos através da Blockchain, tantos os governos quanto os eleitores, teriam a garantia de que nenhum voto fosse alterado ou removido.

Economia compartilhada

Também chamado de ride sharing, esse modelo passar a ser adaptado com o Blockchain. Aplicativos de transporte como Uber e 99 não são descentralizados. Até porque operam com algoritmos para controlar a frota de motoristas. Com a tecnologia, poderia haver um livro-razão distribuído.

Isso abriria a oportunidade da criação de um mercado feitos aos usuários. Por exemplo, a startup Arcade City já se utiliza do Blockchain para facilitar as transações. Ela permite que motoristas estabeleçam suas tarifas e permite o registro de todas as interações.

Com esse uso, a empresa consegue atrair motoristas profissionais que preferem administrar seu próprio negócio de transporte.

Publicidade na internet

A internet atual surgiu com soluções ad hoc para a publicidade. Ou seja, os anúncios adicionam uso de dados móveis para carregar as páginas de web, além dos anunciantes e consumidores sofrerem com falta de protocolos. Com o Blockchain, evitariam um intermediário, como os anúncios do Google ou Facebook e listariam diretamente no navegador.

Educação

Naturalmente, as credencias acadêmicas devem ser reconhecidas e verificáveis por universidades. E muitas dessas verificações são feitas por um processo manual, com o documento passando de mão em mão. O uso do Blockchain, pode simplificar esses processos e reduzir reivindicações fraudulentas.

Em parceria com a IBM, a Sony Global Education já desenvolveu uma plataforma educacional que usa a tecnologia para proteger e compartilhar registros dos alunos.

Direitos autorais de música e entretenimento

Em um cenário no qual se discute muito sobre a violação dos direitos autorais, o Blockchain poderia resolver a situação. Muitos empreendedores já estão utilizando-o para tornar o compartilhamento de conteúdo mais justo aos criadores. O Ascribe.io, por exemplo, trabalha para fornecer uma registro rastreável e verificável de propriedade entre artistas e o seu trabalho.

A startup britânica JAAK também planeja trabalhar com detentores de direitos musicais. Ela já fornece um sistema operacional para conteúdo e está desenvolvendo uma plataforma que permite que proprietários de mídia convertam seu repositório. 

Instituições de saúde

Com a incapacidade do compartilhamento seguro de dados, o Blockchain melhoraria a colaboração de dados entre plataformas. Isso pode significar maior probabilidade de diagnósticos precisos, tratamentos eficazes e maior capacidade geral para o atendimento.

O uso da tecnologia pode permitir que haja um compartilhamento do acesso nas redes, sem comprometer a segurança e a integridade dos dados.

Pensando nisso, a Gem lançou a Health Network, uma rede para empresas globais do meio da saúde. Eles estão utilizando para a criação de uma infraestrutura de compartilhamento de dados universais. A Tieron também teve essa atitude. Recentemente, as duas realizaram uma parceria com a Philips Healthcare.

Bibliotecas

A utilização do Blockchain, neste caso, seria para ajudar na expansão dos serviços. Assim, seria criado um arquivo de metadados mais aprimorado, desenvolvendo um protocolo para suportar coleções baseadas na comunidade. E também para facilitar o gerenciamento dos direitos digitais.

Assistência pública

Basicamente, a tecnologia ajudaria a simplificar o sistema de assistência pública, que necessita de muita democracia. O Reino Unido, por exemplo, já começou a trabalhar com a startup GovCoin Systems para desenvolver uma solução para pagamentos usando o Blockchain.

No caso, a empresa divide o dinheiro em stashes separados para diferentes despesas. Isso garante acesso instantâneo aos benefícios – pagos em criptomoeda. Os destinatários conseguem criar seus potes digitais para aluguel. E ainda distribuir dinheiro entre eles.

Pesca

Devido a uma alta porcentagem de pesca ilegal nos Estados Unidos. E por ser uma das indústrias que mais usam trabalho forçado, o Blockchain transformaria ele em um setor mais sustentável, ecológico e legal.

Registrar os tipos e quantidades de redes, permitiria às autoridades rastrearem se os barcos retornam com o número de redes que saíram. A tecnologia também pode ser usada para a identificação e rastreamento dos peixes. Eventualmente, os consumidores poderão escanear um código QR para rastrear o peixe e confirmar se foi pescado legalmente.

Neste ano, a WWF realizou uma parceria com a ConsenSys e a SeaQuest Fiji para implementar um sistema para verificar onde, quando e como atuns estavam sendo capturados.

FONTES

Fonte1






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