Plataforma de compra de Bitcoin é lançada pelo Warren

Lançada ao público no inicio deste mês, e já com cerca de dois mil usuários, Elliot é o bot da mais nova plataforma de compra de Bitcoin do Warren. É tanto funcional para quem quer começar no meio, como também aumenta a experiência de quem já está inserido

A fila de espera já está com mais de 14 mil pessoas. Mas, de acordo com Tito Gusmão, CEO da fintech, o acesso será liberado aos poucos, até para manter o cuidado com a experiência do usuário. E a capacidade de atender todo mundo. “Estamos aplicando o que aprendemos e desenvolvemos com o Warren em design e em experiência”, comenta.

Isso só é possível atualmente porque em agosto de 2017 a corretora Pilla foi comprada pelo Warren. O objetivo foi para ter acesso ao público wealth e ampliar a base de clientes para 50 mil neste ano.

A plataforma do Warren

Operando desde 2016 aqui no Brasil, o Warren surgiu para facilitar as decisões de investimento através de uma inteligência artificial. Ela cria seu perfil de investidor através de perguntas e sugere as melhores maneiras de investir seu dinheiro. Com o tempo, a plataforma começou a ser questionada quanto a possibilidade de comprar e vender criptomoedas.

A ideia, no entanto, foi criar uma nova. E por dois motivos. O primeiro foi pela própria ideologia da plataforma, que foca em objetivos de longo prazo. Portanto, não funcionaria com uma tecnologia que é para quem se preocupa com o agora, até pelo movimento que elas fazem atualmente.

Outro motivo está relacionado com a regulamentação. Segundo Gusmão, a empresa é regulada pela CVM, Anbima e BC, então, ficaram receosos de prejudicar o bom relacionamento acrescentando o Bitcoin. Que não é regulamentado.

No caso, a inteligência artificial Elliot funciona diferente de uma corretora de criptomoedas, por exemplo. Nessa nova plataforma não é possível retirar os Bitcoins, diferente das corretoras tradicionais. Nelas os usuários compram e transferem para uma carteira virtual.

Aqui, caso o usuário queira resgatar algum valor, ele vai precisar vender o ativo dentro do Elliot e, assim, transferir o dinheiro – em reais – à conta bancária.

O CEO afirma que isso aumenta a segurança das transações. Mas, segundo Gusmão, a maior vulnerabilidade ocorre justamente na hora da transferência. Ele disse que a maioria dos compradores de Bitcoin faz como investimento, o que sugere que a impossibilidade de transferir valores é uma vantagem.

A liquidez, no caso, acontece porque a plataforma se conecta com corretoras de negociação de criptomoedas a partir de APIs.

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