O que é um fork?

Para quem está envolvido no mercado criptográfico, ocasionalmente verá flutuações de preços relacionados aquilo que chamam de fork (bifurcação). Mas o que causa isso?

Como sabemos, criptomoedas usam códigos gerados por computador para criar uma forma de dinheiro digital. O Bitcoin se popularizou, resultando na criação de várias outras. E assim como qualquer outro programa, cada código de criptomoeda pode ser atualizado e alterado para ajudar em seu crescimento. 

Portanto, essas alterações devem ser feitas com muito cuidado para manter novas moedas compatíveis com as antigas. Nisso, aplicativos que acessam e alteram o Blockchain devem conseguir ler e gravar dados de maneira correta e consistente. E é aí que entra o fork.

O que causa um fork?

Eles podem ocorrer dentro de dois eventos diferentes. Um fork acidental ocorre se essas atualizações de moeda não forem compatíveis. As pessoas que usam versões diferentes do software criam dois ledgers diferentes. Um seria da versão mais antiga e outro da recente.

Nessa circunstância, o desenvolvedor da moeda precisa eliminar rapidamente os erros que causam as incompatibilidades. E decidir como mesclar as diferentes Blockchains.

Já um fork rígido é gerado quando os desenvolvedores decidirem que mudanças devem ser feitas na programação da moeda que criará incompatibilidades entre a versão antiga e nova. Quando as alterações são feitas, todos os usuários dessa criptomoeda devem estar dispostos a atualizar todos os aplicativos para continuar a usa-la.

O Microsoft Word, por exemplo. Frequentemente, a empresa lança novas versões do serviço. Cada versão procura ser compatível com as versões anteriores. Contudo, as versões mais antigas passam a ter mais dificuldade em ler os arquivos feitos nas novas versões.

Ou seja, se você criar um arquivo no modelo 2013 e tentar abrir no 2007, haverá um conflito. E apesar da suposição de que é o mesmo documento, é a criação de um fork. 

Por que o fork é ruim?

Frequentemente, um fork está relacionado a grande ansiedade e pânico dentro de uma criptomoeda. Quando dois Blockchains diferentes existem, somente um pode ser correto.

Neste caso, as transações de moedas encontradas no Blockchain “errado” podem ser perdidas. Portanto, durante um fork, os usuários serão informados para não efetuar transações até que ele consiga ser resolvido.

Eles são muito dolorosos para empresas que dependem das criptomoedas. Como as transações podem ser perdidas durante o evento, os negócios que se utilizam das moedas digitais são algemados. Além disso, forks causam ainda mais trabalho dentro de uma comunidade.

Isso porque todo o software associado deve ser atualizado para a versão mais recente da moeda.

Essas frequentes atualizações podem fazer com que as trocas, os negócios e os usuários mudem para uma moeda mais estável. E sabemos que uma moeda menos popular, é menos valiosa. Na teoria, se um fork não é fixo, isso causaria uma incompatibilidade completa e duas versões diferentes da moeda. O que seria intolerável.

Em suma, um fork faz os investidores pesarem os riscos. E muitos chegam a optar pela venda. Isso resulta em, muitas vezes, durante um evento de fork, a queda da moeda. Se ele colocar em risco a sobrevivência da moeda, a queda será justificada.

Contudo, se o fork melhorar a estabilidade da moeda por meio das melhorias, pode ser uma boa oportunidade de compra.

Leia também: Entenda as expressões complexas da Blockchain

FONTE






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