O que é Dogecoin?

O começo de tudo

O Dogecoin surgiu em 2013, depois que um funcionário da Adobe, Jackson Pallmer – visando ironizar o surgimento e o crescimento das criptomoedas – escreveu em seu Twitter que uma moeda que faria muito sucesso no mundo era o Dogecoin, que misturava a nomenclatura das moedas (“coin” – moeda em inglês) com um meme que estava fazendo muito sucesso, o Doge (um cachorro da raça Shiba Inu).

Gostando da piada, Billy Marcus, morador do Oregon – Estados Unidos – e seguidor de Pallmer, começou a desenvolver a criptomoeda, ainda sem imaginar que ela se tornaria um sucesso.

Não demorou muito para que o dogecoin fosse assunto na internet, uma vez que as pessoas acharam a piada engraçada e continuaram a compartilhar memes sobre o assunto. Sucesso em sites como o Reddit, a criptomoeda se transformou também em uma das mais cobiçadas da internet, sendo que a questão não era apenas se tornar um investidor, mas também, fazer parte de uma das maiores brincadeiras entre os entusiastas das moedas digitais.

Em uma declaração, Jackson Pallmer – que não trabalha com o Dogecoin desde 2015 – deixou sua opinião a respeito do desenvolvimento da valorização da moeda, evidenciando que esse movimento de expansão de uma criptomoeda criada em uma brincadeira, não faz nenhum sentido e nem tem um motivo para existir:

“Eu tenho muita fé na equipe de desenvolvimento da Dogecoin Core para manter o software estável e seguro, mas acho que diz muito sobre o estado das criptomoedas em geral que uma moeda com um cão como “mascote” que não lançou uma atualização de software em mais de 2 anos tem uma capitalização de mercado superior a US$ 1Bi”.

Valorização e mudanças no Dogecoin

No início de 2018, o dogecoin teve o seu ponto mais alto e que foi o que realmente surpreendeu desenvolvedores e investidores. A moeda, que valia US$ 0,01, terminou 2017 valendo mais de US$ 20 mil e, no início desse ano ela começou a ser negociada pelo valor de US$ 0,0176, tendo sofrido um aumento de mais de US$ 2,2 bilhões.

Nesse momento os desenvolvedores perceberam que a moeda – que seria encerrada em 2018 por falta de atualizações – ainda está viva no mercado – se mantendo entre uma das 30 mais importantes – e, por isso, ficou evidente que era preciso atualizar o sistema e concertar os erros que haviam sido relatados pelos usuários.

A falta de atualizações nos sistemas das criptomoedas faz com que elas fiquem desvalorizadas, permitindo assim, que elas desapareçam do mercado e não voltem mais.

Para quem se interessou e deseja investir em Dogecoin, o primeiro passo é abrir uma carteira digital – que pode ser obtida no próprio site http://dogecoin.com/. Depois disso, você pode comprar Dogecoins em bolsas online.

 

Fontes: https://guiadobitcoin.com.br/dogecoin-marketcap-1bi/

https://oglobo.globo.com/economia/dogecoin-moeda-digital-criada-como-piada-dispara-ja-negocia-mais-de-us-2-bilhoes-22264876

 

 

Thais

Thais Autor

Thaís Dias do Carmo tem 24 anos, é formada em Letras português/italiano pela USP e também é atriz. Na Influu atua na área de conteúdo.

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