Como funciona uma Blockchain Pública

Existe mais de um tipo de blockchain atualmente? Exato! No mercado há exemplos tanto de sistemas públicos, quanto privados. Entretanto, o que é uma blockchain pública e como se pode diferenciá-la?

Os dois modos da tecnologia correspondem a um sistema que baseia sua segurança na descentralização. Ambos permanecem funcionado como um “livro de registros” virtual, cuja base de dados é compartilhada e distribuída para diversos computadores.

Mas, o que é uma blockchain pública?

O principal ponto que distingue uma blockchain pública de uma priva é a “permissão”. Ou seja, quais pessoas serão autorizadas a participar ativamente dentro da rede. Assim como, quais poderão sustentar a Razão partilhada e executar seus protocolos de concordância.

Uma blockchain pública é chamada assim pois está “aberta por inteiro”. Qualquer usuário pode ingressar em sua rede e ter acesso aos registros de transações.

Em um sistema público como este é normal encontrar algum tipo de mecanismo que estimula participantes a entrarem na rede.

Há uma blockchain pública conhecida?

Sim! A cadeia de blocos que gere o Bitcoin é um ótimo exemplo da tecnologia aberta ao público.

Nesta blockchain, qualquer pessoa tem permissão para unir-se à rede (transformando-se em um “peer” ativo), além de tornar-se um minerador e utilizar as chaves criptográficas.

Outro fato interessante da blockchain do Bitcoin: é consentido aos mineradores da criptomoeda deixar de se um “nó” da rede e retornar quando quiser. Eles são sincronizados mais uma vez partindo do ponto em que a abandonaram.

Justamente por ser pública, cada ponto do sistema de computadores integrados à blockchain do Bitcoin possui, exatamente, a mesma força de transmissão que os demais. Portanto, não há usuários privilegiados.

Seguindo as regras da blockchain, qualquer um pode fazer alterações ou escrever um novo bloco de forma legítima dentro do encadeamento virtual.

Blockchain pública apresenta algum problema?

Até o momento, foram verificadas que os maiores problemas estão associados à taxas. Estas devem ser pagas como forma de promover a participação de computadores na rede.

Assim, quanto mais pessoas interligadas, mais computadores para solucionarem as transações e escalabilidade da rede.

FONTE

Gabriel Claudino

Gabriel Claudino Autor

Gabriel Claudino tem 23 anos, é ator e cursa Letras na USP (Universidade de São Paulo). Atua como criador de conteúdo no Portal do Blockchain.

Comentários