Mineração de criptomoedas se torna proibida em produtos Apple

Na última semana, a Apple Store atualizou suas diretrizes – dos aplicativos IOS e Mac – proibindo mineração de criptomoedas em seus produtos. Segundo a publicação da empresa, funções, como gerenciar e comercializar criptomoedas, serão permitidas. Além de que as carteiras devem ter boas procedências.

“Os aplicativos não podem ser usados para mineração de criptomoedas, salvo se o processamento for executado fora do dispositivo”, traz a declaração. Essa ideia surgiu como uma iniciativa de um novo modelo de negócio para aplicativos. Ao utilizar o processador, passa a ter uma receita com criptomoedas e que possa excluir o sistema de publicidade interna.

A proibição também veio pela Apple estar consciente do superaquecimento – a até a destruição – que a ação pode provocar no aparelho.

O anúncio, feito durante a Worldwide Developers’ Conference (WWDC), no inicio do mês, também alertou sobre outros riscos. Segundo a declaração, ao aceitar realizar atividades em troca das criptomoedas, pode estimular usuários a fazerem download ou compartilhar publicações nas redes sociais.

O comunicado, divulgado pelo Portal do Bitcoin, mostra que a Apple também tem consciência sobre a mineração “em nuvem”. O tipo que permite o usuário minerar através de um centro com processamento compartilhado. Resumindo, o aparelho usado para a conclusão da ação não é o mesmo de quem contrata.

Foi informado também que ainda são permitidos aplicativos de desenvolvedores regulamentados para as carteiras de criptomoedas.

Mesmo que a Apple tenha proibido, na loja de aplicativos do Google continua sendo permitido. Mas, de acordo com o texto, mudanças podem acontecer. Recentemente, a empresa passou a proibir anúncios relacionados às criptomoedas para inibir a promoção de fraudes nas ICOs. Tanto no próprio buscador, quanto no Facebook.

Explicando mineração de criptomoedas

De forma básica, mineração de criptomoedas é o processo de verificação, validação e registro no Blockchain. Tal processo passa a ser gerenciado por softwares ou aplicativos. Depois de conectado, o aparelho do usuário se conecta a um grupo de mineradores para, assim, aumentar o processamento de dados, segundo a explicação do G1.

Com isso, as criptomoedas também são geradas. E mineradores recebem Bitcoin como recompensas ao realizarem esse trabalho.

A mineração de criptomoedas já foi uma atividade mais fácil, mas com o tempo, dificuldades foram implantadas. Atualmente, é necessário um aparelho mais potente para realizar a ação. Um dos motivos já citados acima, que pode resultar em superaquecimento de aparelhos.

É preciso também um software específico. Depois de baixa-lo em uma máquina, esse minerador já está conectado com uma rede interligada a outros computadores. Com isso, elas servem como “nós”, e são responsáveis pela verificação, validação e registro, como citado anteriormente.

Nisso, a rede funciona sem precisar de uma equipe que regule, já que existe uma rede apenas. O processo também consiste em decifrar códigos com valores criptografados. Pela dificuldade, aquele que conseguir decifrar mais rápido, recebe as tais recompensas.

Por estar dentro do Blockchain, todas as transições são registradas. E para realizar a confirmação de cada transação, é preciso um unanimidade dos “nós”. Evitando, assim, fraude.

FONTES

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