Jogos no Blockchain estão mudando o cenário do mercado

O universo dos games cresce a cada ano e indo além dos consoles e dos computadores. Agora, os jogos no Blockchain já é a atual realidade. O desenvolvimento da tecnologia fornece um espaço e evoluções quanto a relação com os jogadores. E também o aproveitamento das criptomoedas.

Há anos que algumas empresas do setor de games vem introduzindo seus produtos na tecnologia. E conseguindo trazer mudanças.

Uma das principais, como apresenta o Cointelegraph, é o Blockchain permitir uma associação das criptomoedas nas economias. Isso ajuda o uso das moedas na compra de itens dentro dos jogos, sem precisar de plataformas externas. Isso, futuramente, pode resultar na substituição das moedas exclusivas dos jogos, por moedas digitais.

Pelo Blockchain também ser uma tecnologia descentralizada, o texto traz uma declaração do CEO da Borderless Corporation, Christopher Franko sobre as vantagens que essa ferramenta pode fornecer. Ele explica que cada jogo tem seu próprio token. Mas que, com o Blockchain, a nova moeda poderia ser transferida para outros.

Isso criaria uma funcionalidade entre diferentes jogos.

Com essa descentralização, o futuro promete novidades. De acordo com o CEO da Cubus Pte. Ltd, Sergey Popov – como o texto apresenta – essa transição entre o digital e o real pode explorar o uso da realidade aumentada (AR). Enquanto nos games, o AR ainda não se popularizou como gostariam, o uso em jogos no Blockchain poderia aumentar a experiência de fazer transferências.

O universo dos jogos no Blockchain

O mecanismo citado acima já está presente em jogos como o BitComon GO, por exemplo. Parecido com o Pokemon GO, o jogador parte pela cidade em busca de criptomoedas. O game ainda permite criar tarefas usando as moedas digitais e os contratos inteligentes do Ethereum. Tudo dentro do próprio jogo.

Na categoria de jogos de cartas, Spells of Genesis e Force of Will estão diretamente ligados ao Blockchain da Bitcoin. Por ser um game de colecionar baralhos, também igual ao Pokemon, é possível os jogadores trocarem suas cartas através da tecnologia. Todas as cartas estão ligadas através de tokens da entidade jurídica Counter-Party. E ligados a um trading card (cromo).

Com o fornecimento de controle ao jogador, o Beyond The Void oferece seu próprio token. Com o nome de Nexium, o game viabiliza o usuário usar a moeda fora dele. Além de, com o Nexium na carteira, quem compra-la pode trocar através do Blockchain da Ethereum e enviar itens para qualquer usuário da Ethereum.

“Como uma plataforma, o Blockchain é mais adequado para jogos onde existem um valor de caixa real envolvido. Sempre que você está lidando com itens com valor de caixa real, você está conectado ao mundo real”, explicou Jon Neverdie Jacobs, presidente da Virtual Reality, à Cointelegraph.

Outros games dentro do Blockchain

Com a Copa do Mundo já rolando, foi criado um jogo no Blockchain especialmente para o evento. Intitulado CryptoCup, é um game para torcedores realizarem previsões das partidas. E assim, ganharem criptomoedas baseadas no Ethereum.

Marcada como um dos primeiros aplicativos descentralizados, ele deixa os jogadores criarem seus próprios tokens para representar as equipes.

No clima de Copa, também foi lançado um álbum de figurinhas exclusivo para a plataforma. Como o Portal do Blockchain já falou sobre, o CrytoStrikers permite a troca de figurinhas entre os usuários e a coleção completa do álbum. E sem gastar toda a grana que o álbum físico precisa.

Nessa mesma linha, colecionadores já estão curtindo o Cryptokitties desde novembro do ano passado. Neste jogo construído no Blockchain do Ethereum, os usuários gastam as criptomoedas para criarem figuras de gatinhos animados.

Com as oportunidades que, tanto Blockchain quanto as criptomoedas fornecem, os games tendem a trazer produções ainda mais inovadoras. E podem gerar uma relação ainda mais entre os jogadores e os jogos.

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