E se os jogadores da Copa tivessem suas próprias criptomoedas?

Poucos dias antes do início da Copa do Mundo, James Rodriguez lançou sua criptomoeda. O meio-campista colombiano anunciou a criação da JR10, sua moeda digital pessoal, que detentores orgulhosos podem usar em “lembranças relacionadas ao futebol, reuniões de fã-clubes e outras vantagens relacionadas ao atleta”.

De acordo com a SelfSell, uma empresa chinesa que cuidou dos detalhes técnicos, o leilão on-line antecipado de um pequeno lote de criptografias arrecadou US $ 500.000 – em 12 segundos.

Depois de um ano de tokenmania – com seu colorido elenco de chancers, especuladores e celebridades oportunistas – você teria justificativa para ver a notícia de que os jogadores de futebol estão cunhando suas próprias moedas. Mas você deve lutar contra essa reação: Rodriguez está em algo; ele é um pioneiro. De fato, todo jogador de futebol deve emitir uma moeda.

Por quê? Primeiro de tudo, isso realmente ampliaria o apelo ao esporte. Para um grande pedaço da população mundial, o futebol é complicado. Muitos passes que não conseguem nada; é trivial; muito tempo morto. Mais seriamente – muito mais seriamente – quando se assiste ao futebol, muitos acham que não têm pele no jogo: por que eles deveriam se importar com um grupo específico de atletas vencendo o outro? O que tem para eles? Não é como se as pessoas comuns estivessem realmente ganhando algo tangível, não é? (O orgulho patriótico não é tangível.)

A moeda digital pode mudar isso da noite para o dia. Imagine: todo jogador criaria sua própria moeda. Haverá nomes incríveis como BitKane, Cointinho, Cristiano Ronaldoken, além de muitos gráficos e definitivamente algumas festas simbólicas de lançamento em telhados de Nova York ou iates da Riviera Francesa.

Se as moedas dos futebolistas se comportarem como as centenas de tokens de criptomoedas que se multiplicaram nos últimos meses – antes de cair de forma ignominiosa, mas em outra época – elas imediatamente começarão a ser negociadas em mercados secundários online e trocas de criptomoedas, onde poderiam ser convertidas bitcoin ou dinheiro emitido pelo estado, como dólares ou libras, nos telhados de Nova York e nos iates da Riviera Francesa.

FONTES:

Fonte 1
Fonte 2

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Lucas

Lucas Autor

Estudante de Letras (Português - Alemão) da Universidade de São Paulo. Diz que entende de cinema e espera escrever um livro, mas só espera mesmo.

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