Jovem faz hack de telefones e compra carro luxuoso com Bitcoin

No mês passado, Xzavyer Clemete Narvaez, de 19 anos, foi preso por hack pela polícia da Califórnia. Ele foi acusado por sete acusações, incluindo roubo, fraude de identidade e crimes de computador.

Ele foi acusado de invadir telefones para roubar criptomoedas, incluindo o Bitcoin.

Segundo os documentos do tribunal, a AT&T foi fundamental nas investigações. A empresa forneceu à polícia o IMEI dos smartphones usados para assumir os números das vítimas. Além de fornecer os registros de chamadas realizadas por Narvaes.

Um dos usuários que sofreu o hack perdeu US$150 mil, segundo a polícia. Os investigadores conseguiram identificar três vítimas do jovem, depois de receberem informações da Apple.

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Como aconteceu o hack?

A prisão de Narvaes aconteceu um mês depois de um semelhante hack. O crime original envolvia Joel Ortiz, de 20 anos. Em julho, ele foi preso acusado de participar de um grupo que hackeava números de celulares, e chegaram a roubar mais de US$5 milhões em criptomoedas.

Ele teria hackeado cerca de 40 usuários, de acordo com os documentos da época. Ele foi a primeira pessoa nos Estados Unidos a ser acusada de um esquema port out scam, também conhecido como troca de número de telefone ou “sequestro” de SIM.

Como Ortiz, Narvaes invadia os telefones para roubar as moedas digitais, mas seu uso foi para comprar carros de luxo, segundo a polícia.

De acordo com registros do DMV, a polícia descobriu que o jovem comprou um McLaren 2018. Mas sem usar todo seu Bitcoin. A outra parte foi paga a partir de uma negociação de um Audi R8 2012, que ele comprou com criptomoedas hackeadas em junho de 2017

Investigadores obtiveram provas do sistema do BitPay, além de provas de troca pelo Bittrex. Com as invasões, ele recebeu cerca de 157 BTCs, o que equivale US$1 milhão. Essas transações aconteceram entre março e julho deste ano.

Diversos usuários se tornaram vítimas deste golpe. Criminosos visam investidores em criptomoedas e que tenham nomes de usuários curtos e únicos no Instagram. Assim, eles podem ser revendidos em um mercado secundário para contas roubadas.

Investigadores da Regional Enforcement Allied Computer Team (REACT) seguiram o rastro de Narvaez. Eles descobriram que um celular usado por Ortiz entrou na conta Gmail de Narvaez. A AT&T mostrou que os IMEI, telefones usados e coordenadas das torres usadas.

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FONTES

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