blockchain para combater a pirataria

EUA usará blockchain para combater pirataria

Vincent Annunziato é o chefe da Divisão de Negócios e Inovação da Alfândega dos EUA. Ele anunciou que o país vai usar blockchain para combater pirataria. O projeto começará a ser testado em setembro e pretende evitar a entrada de produtos piratas nos Estados Unidos.

O blockchain vai permitir que seja verificada a autenticidade dos produtos que chegam ao país. Além disso, será possível verificar as marcas, saber como os países estrangeiros se portam perante os produtos americanos e, também, controlar as propriedades físicas dos objetos importados.

Como o blockchain pode ser usado por meio de aplicativos móveis, será mais rápido e fácil resolver os problemas relativos às importações. Além de tudo, também será possível entender como a tecnologia pode funcionar na solução de problemas.

Inicialmente, os testes serão voltados apenas para produtos importados por meio de dois blocos econômicos:

  • NAFTA – Acordo de Livre Comércio da América do Norte. Estados Unidos, Canadá e México fazem parte desse bloco.
  • CAFTA – Acordo de Livre Comércio da América Central . O bloco é formado por Estados Unidos, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e República Dominicana.

Diversos países do mundo estão testando o blockchain em aplicações variadas. Espera-se que essa tecnologia mude a forma como o mundo se organiza.

Testes no Brasil

O blockchain está sendo testado no mundo inteiro.O Brasil não ficou de fora dessa inovação e também já começou a aplicar o uso da tecnologia.

A cidade de Teresina, no Piauí, foi uma das primeiras cidades do mundo a usar o blockchain para organizar o transporte público. Espera-se que isso ajude a controlar melhor os investimentos, o dinheiro recebido e as frotas de ônibus da cidade.

Além disso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciou, recentemente, que começará a usar o blockchain, Os testes estão sendo feitos em conjunto com outros bancos do BRICS, o bloco econômico dos países emergentes. Ele é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Fonte

 

 

 

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Thais

Thais Autor

Thaís Dias do Carmo tem 24 anos, é formada em Letras português/italiano pela USP e também é atriz. Na Influu atua na área de conteúdo.

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