Entenda sobre o bebê do Blockchain

A tecnologia do Blockchain é muito marcada e reconhecida como salvadora. Não é à toa, mostramos diversas vezes no portal como a tecnologia está sendo usada para acabar com a fome, melhorar os setores educacionais, políticos e, claro, financeiros. Mas, o que chamou atenção foi o bebê do Blockchain.

Em julho deste ano, a AID:Tech e a PharmAccess colaboraram para criar um projeto para ajudar na justiça da distribuição das doações de caridade. O projeto, no caso, tinha a intenção de ajudar mulheres vulneráveis com suas informações médicas para tornar os cuidados da saúde mais fáceis e precisos.

A empresa tem a capacidade de fazer doações de caridade para mulheres grávidas na Tanzânia. O uso do Blockchain é para garantir que elas recebam todos os cuidados. Todas recebem uma identificação digital, dizendo quais remédios precisam. A rede também registra o processo dela, com todos os formulários médicos desde a primeira consulta até o nascimento.

Assim, chegou o dia em que um bebê foi adicionado na rede, tornando-se o primeiro bebê do Blockchain.

A questão do bebê do Blockchain

Ultimamente, técnicos vem analisando sobre a possível salvação do Blockchain. Neste caso, fica difícil saber qual a relação entre os bebês e a tecnologia. Mas, mesmo muitas vezes resolvendo coisas que não precisam ser resolvidas, a loucura da criptografia está fazendo algo de bom grado com os bebês – e as mães.

Nesta situação, a organização está usando o Blockchain como uma maneira de combater o problema de fraude.

Mas, apesar de parecer ótimo, os detalhes ainda assustam. Dependendo da implementação, existem questões relacionadas a privacidade para quem está na extremidade da AID: Tech.

Por e-mail, o CEO da AID:Tech, Joseph Thompson, explicou à Engadget que uma das principais características da plataforma é a separação completa dos dados privados. Segundo suas palavras, os dados são mantidos em um banco de dados tradicional não acessível pelo Blockchain.

Os dados presentes na tecnologia contém identidades na forma de identificadores anônimos e exclusivos. Eles são vinculados a outros itens associados à identidade. Como registros médicos, medicamentos, testes e direitos. Tudo isso permite análises anônimas de tendências e padrões no tratamento e nos medicamentos.

Mas ainda gera questionamentos sobre o futuro registro das crianças. E se a tecnologia vai além do bebê do Blockchain.

A AID:Tech

Fundada por Thompson, a empresa iniciou o projeto como um esforço para ajudar a distribuição de ajuda. Isso devido a uma fraude e desorganização que ele vivenciou no mundo da caridade.

Em 2009, o empresário participou da Maratona de Sables, onde conseguiu arrecadar mais de US$100 mil por sua performance. Com esse dinheiro, escolheu distribuir o valor para uma instituição de caridade. Ele foi conferir como sua doação os havia ajudado. Contudo, a instituição informou que todo o valor foi perdido.

Devido a isso, ele decidiu agir. Desenvolveu a AID:Tech, marcada como o primeiro projeto a fornecer ajuda internacional com a tecnologia. A primeira ação bem sucedida foi direcionada aos refugiados sírios que estavam ocupando um lugar no Líbano. Mas, apesar de ter tido sucesso, ainda foram alvo de fraudes.

Mesmo assim, no ano passado, as Nações Unidas nomearam a AID:Tech como um dos dez Pioneiros do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável.

No momento, o sistema é uma das melhores maneiras para as mães terem o cuidado pós-natal. Apesar de relativamente novo, seus movimentos conseguiram ter seu primeiro bebê no Blockchain.

FONTES

Fonte1

Fonte2

 

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