Startup de Curitiba usa blockchain em otimização de rede de energia na Austrália

Fundada em meados de 2017, a Fohat, uma startup de Curitiba que inicialmente trabalhava na reciclagem de baterias de ônibus, hoje volta suas atenções para as novas tecnologias e usa blockchain na otimização de micro-redes de energia.

Apontada no ano passado como uma das 10 startups mais inovadoras do mundo, a Fohat tem chamado atenção no ramo energético por suas ideias. Não seria diferente quando eles apresentaram seu novo projeto desenvolvendo tecnologias para micro-redes de energia monitoradas por linguagem de programação blockchain.

Startup paranaense se muda para Melbourne para desenvolver projeto de blockchain

No início de 2019 seus desenvolvedores receberam um convite de uma empresa australiana para ir até Melbourne ajudar com problemas elétricos, que resultam em apagões temporários na região e que nos últimos anos se tornaram bastante frequentes no país.

Segundo Renan Schepanski, o chefe do departamento de marketing da Fohat, o sistema australiano de energia é bastante instável. Picos de energia ocorrem o tempo todo e acabam derrubando sistemas inteiros, às vezes bairros inteiros ficam no escuro.

“Aqui nós podemos criar microgrids (micro-redes) com energia distribuída para suprir a necessidade de um ponto qualquer, como um shopping ou indústria, o quê já deve suavizar os problemas que o país enfrenta atualmente”, disse em nota.

Se tudo seguir como o planejado, eles usarão conexões de blockchain na otimização de pequenos conglomerados de baterias que devem alimentar a rede geral em casos de apagão. Embora a tecnologia já exista no mundo, o diferencial da startup paranaense é seu software, que controla e monitora a corrente de energia gerada e facilita o compartilhamento da mesma com a linha central.

Fonte:
Startse

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Igor Seco Autor

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