Conheça o maravilhoso (mas esquisito) mundo da criptoarte

O domínio no mercado já é realidade das criptomoedas. E agora, elas estão também no mundo da arte. Conhecido como criptoarte, elas podem ser as coisas mais bonitas. Mas, ainda assim, trazem aquele toque esquisito.

Por mais que pareçam bem diferentes, arte e criptomoeda compartilham um vínculo: o valor é acordado. Tempos atrás, o valor do outro era decidido pela sociedade, principalmente por ele ser bonito e difícil de conseguir. Atualmente, chegamos a conclusão que o Bitcoin vale alguma coisa.

E com o passar do tempo, fomos criando os valores de outras criptomoedas e até o que constitui o Blockchain. Agora, passamos a misturar esses valores com a arte. Confira algumas.

Joias

Brincos, colares e pulseiras são certamente uma forma antiga de arte. E acredite, foi a primeira a se estabelecer no Bitcoin. A BTC Jewellery, do Japão, está oferecendo uma enorme seleção de joias em criptomoedas.

Anéis, pingentes, brincos e abotoaduras estão entre as opções para mostrar ao mundo sua paixão e dedicação à sociedade criptográfica. Há até um anel escrito descentralizado, que é feito estritamente aos ballers.

Grafite 

O Brasil é um país cheio de grandes grafiteiros com fama mundial. Os gêmeos Gustavo e Otavio Pandolfo, Kobra e Binho Ribeiro são alguns nomes que levam seus desenhos mundo afora. E entre desenhos de pessoas, animais, personagens, agora há também criptomoedas nos muros e prédios das cidades.

A natureza rebelde da criptomoeda combina muito bem com a arte de rua. E os grafites que vem surgindo por todo o mundo vem dando textura à revolução do dinheiro digital.

O artista francês Pascal “PBOY” Boyart adiciona códigos QR em seus murais. Isso permite aos admiradores mostrarem apreço enviando Bitcoins através do código. Dessa maneira, o artista já arrecadou mais de mil dólares em doações.

Isso também demonstra a efetividade da tecnologia.

Action Figures

Nada de super heróis ou personagens de filmes, aqui são miniaturas de gente como Vitalik Buterin. Escritor e programador, o russo-canadense é marcado por ser co-fundador do Ethereum e da Bitcoin Magazine. E agora, seus fãs podem ter uma miniatura sua em casa.

A cabeça por trás disso é a Moonstuff. A loja foi criada por um grupo de bitcoiners que querem ajudar na imersão do mercado. Por isso, os itens servem para inspirar alegria, educar e difundir a rede para outras pessoas.

Dentre as opções há também a miniatura dos empresários e entusiastas Carlos Matos e Roger Ver.

Ultrapassando os limites da criptoarte

Se você achou tudo isso surpreendente, calma que tem mais. O irlandês Kevin Abosch é um artista conceitual que ultrapassa alguns limites. Seu trabalho pode ser considerado confuso e intimidador. Famoso por ter vendido uma fotografia de batata por um milhão de euros, ele agora está envolvido com Blockchain.

Seu novo projeto é chamado IAMACoin, e é composto por dez milhões de fichas. Cada uma atua como uma obra de arte independente. Caso haja pessoas suficientes interessadas no trabalho, cada token se tornará valioso e até poderá ser comercializado de forma mais tangível.

Ainda há o detalhe que o artista marca um endereço de contrato com seu próprio sangue em um pedaço de papel.

Em uma declaração sobre a criptoarte, o artista disse: “Se eu pudesse apenas sangrar pelo Blockchain para todos verem, revelaria que sou uma moeda. Este projeto consiste em uma edição de 100 obras físicas cuja existência significativa é predicada pela existência dos trabalhos virtuais”.

“Através do meu sangue, um contrato Blockchain e dez milhões de criptografia divisíveis. A própria natureza do valor deve ser redefinida”, conclui.

FONTE

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