Como Blockchain pode ajudar museus e galerias de arte pelo mundo

Todos os dias nós temos novos motivos para acreditar que a tecnologia pode mudar o mundo em diversos setores. Não é atoa que em muitos países o Estado tem se unido ao setor privado para buscar soluções utilizando a plataforma, e assim tornar transparente a sua relação. Mas como Blockchain pode ajudar museus e galerias de arte?

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Acreditar no potencial dessa tecnologia é fundamental para que incentive os desenvolvedores a buscarem estratégias que simplifiquem a vida não só de empresas, mas de pessoas, facilitando o acesso à informação confiável e colaborando para que uma sociedade desenvolva também seu lado cultural.

Museus e galerias de arte em estado de abandono são encontrados por todos os cantos do planeta. Mas quando uma catástrofe anunciada ocorre e destrói milhões de itens únicos, como no caso do Museu Nacional incendiado no Rio de Janeiro, é que nós pensamos em como a tecnologia poderia ter sido usada à nosso favor.

Blockchain pode ajudar museus e galerias de arte

A principio pode parecer difícil usar a tecnologia para ajudar museus e galerias de arte, mas é importante lembrar que o maior dos problemas com locais desse tipo é o custo para que o local continue funcionando. Diversas vezes os museus do Brasil e do mundo que continuam recebendo apoios governamentais, veem sua verba ser cortada pela metade de um mês para o outro, o que gera déficits gigantescos à longo prazo e torna ainda mais difícil o trabalho de se manter em ordem uma coleção.

Muitos locais recorrem à opção de vender suas obras e relíquias aos interessados para que possam encolher sua lista de objetos e assim manter um espaço com os itens mais importantes, outros já procuram maneiras de expor sua coleções em páginas online para que uma parte de seu acervo possa ser visitado. No entanto criar um site com obras digitalizadas em boa qualidade requer um orçamento muitas vezes inexistente.

Desenvolvedores dizem que o blockchain pode ajudar em boa parte desses problemas, fazendo uso de uma plataforma que visa resolver questões atuais dos museus, para que eles consigam atrair mais visitantes, doadores e mantenham a sua missão de recuperar e armazenar um material importante historicamente.

Nos tempos atuais em que uma imagem se torna replicável no momento em que é publicada na internet, o blockchain vem para assegurar que elas possam ter certificados, trazendo um selo de originalidade sobre a mídia digital pra um mundo onde a pirataria é constantemente presente. E isso serve para o mundo físico também.

Os contratos inteligentes gerados por blockchain são uma peça fundamental na hora de lidar com a aquisição e a manutenção de obras, fazendo que os valores necessários para que os serviços em torno da coleção de um museu se tornem acessíveis e mais simples de acompanhar, rastreando seu caminho até chegar ao museu e assim prevenindo fraudes como versões réplicas de um objeto em questão.

Visando acabar com a burocracia exagerada e potencializar a administração de dados é que a blockchain pode ajudar várias organizações do setor cultural à restaurarem credibilidade e se prepararem para um futuro onde cada vez menos pessoas se interessarão pelas visitas à locais como museus e galerias de arte.

Fontes:
Coin Central
Fresco Network
G1

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Igor Seco Autor

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