Brasil exige conhecimentos em blockchain e criptomoedas para novos diplomatas

Nesta semana a academia diplomática brasileira, o Instituto Rio Branco, realizou o anúncio de uma nova exigência para futuros diplomatas: Conhecimentos em blockchain e criptomoedas.

A iniciativa faz parte de um projeto maior envolvendo blockchain e criptomoedas no Brasil

Fundado em 1945, o Instituto Rio Branco é um dos maiores centros diplomáticos da América do Sul, e oferece dois cursos avançados para futuros diplomatas.

Para o edital de 2019, que será responsável pela seleção de novos nomes, está agora inclusa a exigência de que os candidatos tenham conhecimento em blockchain e criptomoedas.

De acordo com a publicação realizada oficialmente, ter conhecimento prévio na criptoeconomia e a tecnologia derivada do bitcoin não é opcional, pois os candidatos que realizarem o teste deverão responder questões relativas aos temas nas duas fases da prova.

O edital informa que a instituição oferecerá apenas 20 novas vagas e que o salário inicial será de pouco mais de 19 mil reais.

Em Junho deste ano algumas das principais autoridades do governo, em parceria com organizações financeiras, se uniram para iniciar um projeto regulatório focado nas novas tecnologias, à fim de iniciar um período de adaptação àos novos ativos que estão surgindo no mercado.

Também corre um projeto de lei que, caso seja aprovado, exigirá que todas as unidades de administração pública deverão promover o incentivo ao uso de novas tecnologias, incluindo o blockchain.

Fonte:
Cointelegraph

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