Bolsa de Nova York se rende ao bitcoin

Muito já se discutiu a respeito do futuro das criptomoedas. Governos falam sobre regularização das moedas digitais, mas não existe um consenso global. Enquanto isso, o CEO, Jeffrey Sprecher, da Intercontinental Exchange (ICE) – proprietária da Bolsa de Nova York – decidiu que era momento de agir.

Visando o potencial do bitcoin, a bolsa de valores está participando de um consórcio que tem como objetivo principal criar a empresa Bakkt. As novidades devem ser liberadas em novembro.

Junto com a empresa, será lançada uma plataforma de negociação e custódia de bitcoin. A ideia é que esse empreendimento permita que a criptomoeda atinja todo o seu potencial que, segundo Jeffrey, é de se tornar “a primeira moeda mundial”.

Um dos diferenciais do empreendimento é o fato de que ele respeita todas as leis dos EUA. Portanto, isso poderá impulsionar ainda mais o uso do bitcoin. Essa missão tem o apoio da Microsoft, da Starbucks e de outras empresas.

Esse grupo acredita que pode aumentar a credibilidade das criptomoedas, tornando-as mais seguras e sólidas. Ou seja, o plano é incentivar investidores que continuam a evitar as moedas digitais.

A Bakkt

Uma das justificativas apresentadas por Jeffrey para a implementação da nova empresa, foi a conquista dos millennials. Nascidos entre os anos de 1980 e 2000, esses jovens investidores não têm confiança nas instituições financeiras tradicionais. Para conseguir conquistá-los, as empresas precisam investir em meios que sejam mais próximos da realidade desses jovens, ou seja, o melhor é investir na internet.

Com a criação da bakkt, as criptomoedas estarão mais de acordo com a legislação americana, aumentando a confiança dos investidores e atraindo os millennials.

Inicialmente, a empresa será uma forma de incentivo para que grandes investidores possam oferecer fundos mútuos, fundos de pensão e ETFs atrelados ao Bitcoin. Porém, o plano é mais ousado e, em breve, eles devem tentar fazer a substituição do cartão de crédito.

Além de regulamentar a criptomoeda perante os órgão reguladores, a Bakkt quer atuar como uma base de dados, permitindo armazenamento completo de todos os documentos desejados pelos clientes. Esse tipo de serviço, combinado por uma empresa, é uma novidade no mercado.

Para que a empresa possa se manter, ela receberá sua receita por dois meios. Taxas de negociação na bolsa, taxa de depósito de clientes que usam a bakkt para armazenar documentos e bitcoin.

Fontes 1 e 2

 

 

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Thais Autor

Thaís Dias do Carmo tem 24 anos, é formada em Letras português/italiano pela USP e também é atriz. Na Influu atua na área de conteúdo.

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