Universidade de Columbia estuda sobre a utilidade de blockchain no jornalismo

Atualmente estamos completamente focados no cenário brasileiro, mas esquecemos que problemas com o compartilhamento de notícias falsas tem afetado o mundo inteiro. Buscando encontrar uma solução para esse e outros problemas, a Universidade de Columbia está estudando as aplicações de blockchain no jornalismo.

Blockchain no jornalismo é o melhor caminho para evitar notícias falsas

Se você já está cansado de a todo momento ter que lidar com alguma notícia chegando por meio de mensagem enviada por algum amigo ou familiar, se preocupando o tempo todo se a informação que você está lendo na verdade se trata de fake news, já deve ter se perguntado inúmeras vezes se há um caminho, que não seja a censura, para filtrar esse tipo de conteúdo nocivo das notícias que realmente são séries e importam.

A Columbia Journalism Review é basicamente o centro de pesquisas jornalísticas da universidade que se encontra em New York. É lá, em um dos polos informativos do mundo, onde centenas de estudos são realizados todos os anos em busca de aprimoramento no meio acadêmico e profissional.

Bem, por enquanto é complicado afirmar que exista um modelo correto e que faça esse serviço de filtro completo e sem consequências, mas é na busca de uma aplicação perfeita da tecnologia de blockchain que a Universidade de Columbia está embasando seus estudos sobre a maneira como ela, a inteligência artificial e DLT podem modificar esse cenário de descrença constante da mídia tradicional.

Esse grupo agora está voltando suas atenções para o blockchain no jornalismo e em mecanismos que evitem o compartilhamento de dados imprecisos, informações falsas, fake news de cunho político e na facilitação da análise de conteúdo e auditoria.

O Tow Center é uma das partes responsáveis pelo início do projeto e realizam a comissão de escolha do vencedor do prêmio Pulitzer. Em nota eles afirmaram o seguinte:

“O Centro de Apoio ao Jornalismo Digital explora as maneiras pelas quais a tecnologia está mudando o jornalismo, sua prática e seu consumo – particularmente quando os consumidores de notícias buscam maneiras de avaliar a confiabilidade, os padrões e a credibilidade da informação.”

Em uma palestra realizada este mês, dezenas de convidados debateram sobre os tópicos que consideravam de maior relevância, entre eles o destaque ficou para a apresentação de Mia Shuang Li, uma jornalista que praticamente comandou o tom das conversas em palco.

Sua apresentação levou em conta três desafios que impedem o amplo consumo do blockchain pela grande massa, são eles:

1 – O estigma de que o blockchain sempre vem com as criptomoedas.
2 – A dificuldade de explicar o funcionamento da tecnologia para leigos.
3 – Interfaces não amigáveis que impedem o entendimento e o consumo de blockchain.

Ela afirma que após essas etapas terem sido ultrapassadas, o blockchain no jornalismo se tornará uma das ferramentas de maior valor dentro da imprensa tradicional, de forma que o público poderá voltar a acreditar no que lê nas manchetes.

Apesar do entusiasmo, no entanto, boa parte do público foi embora da palestra assim que ela acabou, sem acreditar muito nesse potencial.

Fonte:
Bitcoinist

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Igor Seco

Igor Seco Autor

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