Entenda o que é Bitcoin ETF e porque ele é controverso

Em meio a tantos acontecimentos com Bitcoins, Blockchain e criptomoedas, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) adiou a decisão da aprovação de um ETF baseado em Bitcoin. E ainda este mês, vai decidir o destino de outro Bitcoin ETF.

Mas, o que exatamente é um Bitcoin ETF? E por que existe essa dificuldade de aprovação?

Bitcoin ETF 

De forma concreta, ETF é a sigla de Exchange Trade Founds, o que significa fundos de índices comercializados como ações. Ou seja, podemos defini-lo como um título que rastreia ativos subjacentes. Que podem ser ações, títulos, commodities ou até criptomoedas. No caso, um ETF assume as custódias desses ativos subjacentes.

Um banco ou outra entidade financeira, definida como custodiante é responsável por proteger ativos do fundo. Logo depois, ele emite um número específico de ações, que vão representar a propriedade desses ativos. E existem diferentes tipos de Bitcoin ETF. Ou melhor, dois tipos.

  • ETFs que mantêm o Bitcoin de forma física, como a VanEck, por exemplo.
  • ETFs que comprar derivados de Bitcoin. Nesse caso, eles não são baseados em participações reais da criptomoeda, mas sim na negociação do futuro, dos instrumentos de mercado ou veículos de investimento do Bitcoin. A exchange Proshares ETF é um exemplo.
Preocupações com o Bitcoin ETF

Se o ETF for aprovado, ele irá facilitar o influxo de capital institucional ao mercado criptográfico. Há até possibilidades de valorização do Bitcoin. Os investimentos poderão ocorrer sem precisar da utilização de exchanges tradicionais.

Mas ainda assim, há olhares controversos ao avanço. Por serem comercializados em bolsas, eles são negociados igualmente às ações públicas. Para o regulamento, são necessários que requisitos rigorosos sejam aprovados. Porque, para ser listado na bolsa é preciso investimento.

No momento em que a SEC avalia um ETF é porque ela está preocupada com a minimização de conflitos de interesse, erros de rastreamento, manipulações e riscos razoáveis e adequadamente divulgados.

Uma grande preocupação também é com o risco de custódia. Ele é, essencialmente, o risco de uma custodiante da ETF falir e, assim, cancelar seu apoio ao fundo. Essa preocupação é particularmente para os ETFs que possuem Bitcoin físico. A criptomoeda é amplamente negociada em bolsas internacionais que correm o risco de invasão ou desativação.

Leia também: Um ano em análise para o Bitcoin Cash

FONTES

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