O Bitcoin continua como a criptomoeda mais utilizada por cybercriminosos na Europa

Agências de inteligência passaram a se perguntar nos últimos anos, até que ponto as moedas digitais favorecem o trabalho terrorista de organizações criminosas como o Estado Islâmico. A resposta é que, mesmo que o Bitcoin seja a criptomoeda mais utilizada, ele não é a principal forma de apoio financeiro recebido.

Bitcoin pode deixar de ser a criptomoeda mais utilizada por cybercriminosos

Em um estudo realizado nas ultimas semanas e publicado no dia 18/9 pela Europol, um relatório revelou que o bitcoin ainda é uma das principais formas que os terroristas e outras organizações de foras da lei, encontra para financiar suas atividades na internet.

Mas isso está pra mudar em pouco tempo, já que existem criptomoedas especializadas em transações anônimas, como a Monero e a Zcash, que estão pouco atrás nesse ranking e mostram que a tendência é que a sua procura no mercado negro aumente consideravelmente nos próximos meses.

Acontece que diversos países como a Rússia e o Japão, já trabalham em forças especiais que rastreiam transações em bitcoins consideradas irregulares, por isso os criminosos precisam migrar para outras criptomoedas, à fim de fugir dessa fiscalização.

Embora existam registros feitos pela Europol de que a criptomoeda mais utilizada para realizar investimentos aos grupos jihadistas seja o bitcoin, não existe atualmente qualquer prova concreta de que atentados terroristas recentes reivindicados por esses grupos, tenha sido financiado por criptomoedas.

Outros tópicos foram levantados pelo estudo realizado no território da União Européia e mostram um crescimento vertiginoso quando o assunto são hackers que trabalham com ferramentas de cryptojacking e phishing.

Os casos onde pessoas tem seus computadores sequestrados para minerar criptomoedas enquanto navegam na internet tem se multiplicado, já que para os hackers é muito mais fácil ativar um código específico em um computador pessoal, do que no de uma grande empresa ou banco, que provavelmente tem um departamento inteiro dedicado à se prevenir contra esses ataques.

Recentemente um caso na Índia chamou atenção, quando o governo detectou a presença de scripts de cryptojacking em alguns de seus servidores.

Fonte:
CoinTelegraph

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Igor Seco Autor

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