Aumento de investidores em criptomoedas na América Latina pode elevar preços

A história econômica da América Latina é cheia de altos e baixos, por isso apresenta um dos sistemas financeiros mais complexos do planeta. No entanto a região vem se apresentando como um dos mercados com maior potencial quando se trata de criptomoedas na América.

O futuro das criptomoedas na América Latina

Mais recentemente os economistas voltaram sua atenção para o nosso continente após a Venezuela introduzir no mercado uma criptografia soberana, comandada por uma capitalização fixada à um governo, que mesmo não sendo prioridade entre os investidores, foi a primeira do tipo no mundo. Feito suficiente para ganhar as manchetes.

Uma das principais razões pela qual o Petro, o ativo digital venezuelano provavelmente não irá pra frente, é justamente a que impulsionará o uso de criptomoedas na América Latina.

Por aqui, nós sabemos que são poucos os governos que não trabalham envolvidos em casos de corrupção, e essa desconfiança em torno de abusos em cima dos sistemas financeiros de cada país faz com que empresas e investidores busquem saídas mais seguras para o seu dinheiro.

Atualmente o continente sul-americano, principalmente, sofre um desgaste econômico muito grande causado por uma inflação descontrolada e por países tópico enfrentando crises extremas, como no caso da Argentina.

O próprio Petro, a criptomoeda da Venezuela, foi criado como um caminho para a remonetização do país, que sofreu uma desvalorização terrível de sua moeda após a aplicação da política monetária de Maduro.

Sem uma solução continental e um acordo de confiança entre os participantes do Mercosul, o caminho dos cidadãos para se livrar de problemas financeiros será apostar no dinheiro digital. Especialistas acreditam que as criptomoedas na América Latina serão cada vez mais procuradas por pessoas dos mais diversos padrões de investimento.

Essa alta procura que será desencadeada principalmente por uma razão de segurança e armazenamento de dinheiro, deverá alimentar os ativos em todo o mundo causando um crescimento constante na criptoeconomia da região.

Enquanto isso, seguimos firmes no Brasil em um processo lento, porém importante, com o BNDES desenvolvendo trabalhos em torno de blockchain.

Fonte:
Blockonomi

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